Um dado mandarim nunca antes viajara de bote.
Certa vez, ele, junto com Afanti, cruzou um rio de barco, nisto que era a primeira vez em sua vida. Quando o barco chegou ao meio do rio, ele começou a oscilar, o que muito o assustou.
Certa vez, ele, junto com Afanti, cruzou um rio de barco, nisto que era a primeira vez em sua vida. Quando o barco chegou ao meio do rio, ele começou a oscilar, o que muito o assustou.
Tremendo de medo, o mandarim puxou com força o colarinho de Afanti, e pedia sem parar: "Bom Afanti, bom Afanti! Meu coração saltará para fora por causa do medo, invente uma solução para mim!".
"Uma solução existe de fato, vossa excelência, mas eu não sei se você a aceitaria ou não".
"Por que não, Afanti! Eu, de bom grado, concordo com qualquer coisa. Depressa, por favor!", insistiu o mandarim.
"Uma solução existe de fato, vossa excelência, mas eu não sei se você a aceitaria ou não".
"Por que não, Afanti! Eu, de bom grado, concordo com qualquer coisa. Depressa, por favor!", insistiu o mandarim.
"Bem", disse Afanti, "então você vivencie primeiro a água", e empurrou-o na água.
Após o mandarim já ter afundado algumas vezes, Afanti agarrou seus cabelos e puxou-o para o bote.
O mandarim já não tinha medo de estar no barco.
Afanti gentilmente lhe perguntou: "Como você se sente? Você ainda está com medo?"
"Não, não, agora eu me sinto muito confortável", respondeu o mandarim rapidamente, tremendo de frio.
"Sim", ponderou Afanti, "aquele que nunca viajou a pé, não sabe como é bom andar a cavalo, aquele que nunca tenha afundado, não sente a segurança de um barco. Como você pode entender a fome dos pobres, se sempre está comendo um delicioso cuscuz?".
Após o mandarim já ter afundado algumas vezes, Afanti agarrou seus cabelos e puxou-o para o bote.
O mandarim já não tinha medo de estar no barco.
Afanti gentilmente lhe perguntou: "Como você se sente? Você ainda está com medo?"
"Não, não, agora eu me sinto muito confortável", respondeu o mandarim rapidamente, tremendo de frio.
"Sim", ponderou Afanti, "aquele que nunca viajou a pé, não sabe como é bom andar a cavalo, aquele que nunca tenha afundado, não sente a segurança de um barco. Como você pode entender a fome dos pobres, se sempre está comendo um delicioso cuscuz?".
Outro belo desenho! Linda mensagem! Não pensando só em si, compreenderás a necessidade do outro e buscará os meios necessários para auxiliá-lo. Com carinho. AC
ResponderExcluir